COP 27: Secretaria de Meio ambiente representa o Maranhão na maior conferência de mudanças climáticas do mundo

11/11/2022

A conferência internacional da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre as mudanças climáticas (COP27), que está acontecendo no balneário egípcio de Sharm el-Sheikh, conta com equipe maranhense no combate às consequências da crise climática causada pelo ser humano, sob liderança da secretária de Estado do Meio Ambiente (SEMA), Raysa Maciel.

Na maior conferência do clima do mundo, que acontece até 18 de novembro, estão sendo feitas negociações técnicas entre governos, cientistas, representantes de ministérios de Meio Ambiente e Exterior, membros da sociedade civil e outros grupos.

“Isso é importantíssimo, porque é um cenário que atinge, indistintamente, a todos nós e a todos os países. Então, vão se colocar na mesa de debates as prioridades de cada estado e de cada país e conseguir traçar uma agenda climática acessível a todos”, afirmou a secretária de Estado do Meio Ambiente, Raysa Maciel.

Em meio à revisão mundial de compromissos e a discussão de como ajudar as nações vulneráveis ao aquecimento global, a equipe maranhense fará apresentação, nesta quarta-feira (16), da agenda pelo desenvolvimento sustentável do estado, além de propostas para a captação de recursos que impulsionem as iniciativas na região da Amazônia Maranhense.

Entre as metas, o Maranhão deverá contribuir para a redução do desmatamento e da degradação ambiental na Região Amazônica, destinação correta dos resíduos, educação ambiental e diminuição dos focos de queimadas criminosas por meio do projeto ‘Maranhão Sem Queimadas’.

“Aqui na COP, estamos colocando o Maranhão nesta vitrine internacional como um estado que tem credibilidade e segurança jurídica para a atração destes investimentos. Nós temos um grande compromisso com os grandes países desenvolvidos, ricos, em garantir um financiamento desses projetos sustentáveis”, destacou Raysa Maciel.

A secretária da SEMA pontua, ainda, que o apoio de países ricos podem alavancar, substancialmente, o desenvolvimento sustentável em diversas áreas, o que inclui a mudança de matriz energética e a salvaguarda dos povos tradicionais. 

“Esse financiamento pode fazer com que os países em desenvolvimento consigam trabalhar a sua transição da matriz energética, projetos sustentáveis, proteção dos povos e comunidades tradicionais, que protegem as florestas. Então, é um acordo que é feito”, pontuou a representante maranhense na COP 27, Raysa Maciel.